At least everything i could find on internet so far
Tudo sobre o Embraer MFT-LF(https://www.google.com/search?q=%22MFT-LF%22&ved=2ahUKEwiZ6cTh3IeBAxWoI7kGHcWEDnEQ2-cCegQIABAA&oq=%22MFT-LF%22&gs_lcp=CgNpbWcQAzIGCAAQBxAeMgQIABAeUABYAGCkBmgAcAB4AIABbogBbpIBAzAuMZgBAKABAaoBC2d3cy13aXotaW1nwAEB&sclient=img&ei=bfbwZNn-IajH5OUPxYm6iAc&bih=657&biw=1360&udm=2)
https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/
Trecho da matéria Conheça 10 projetos de aviões da Embraer que nunca decolaram da CNN Brasil:
Propósito: Caça-bombardeiro supersônico
Um tipo de avião que a Embraer ainda não fabricou, o projeto MFT-LF (sigla em inglês para Caça Leve Tático Multifuncional) poderia ter resultado no primeiro jato de combate supersônico desenvolvido no Brasil, capaz de voar a mais de 1.600 km/h. O conceito foi apresentado no fim da década de 1980 como uma opção para substituir os caças F-5 Tiger II da FAB.
Por que não virou realidade: Governo brasileiro não se interessou em financiar o projeto e a Embraer não tinha recursos financeiros para desenvolvê-lo de forma independente, pois já estava envolvida no projeto do AMX.
https://fatosmilitares.com/o-substituto-do-at-26-xavante/
Pensado em ser uma aeronave de baixo custo, mais leve e com uma configuração que lhe permitisse a voar em velocidades entre Mach 1,5 e 1,7, com base em dados fornecidos pela Embraer em 1988.
Esta configuração permitiria a produção em massa da aeronave, podendo atender as necessidades da FAB e também de clientes externos que utilizavam o F-5. Com base também no Tornado europeu, o Embraer MFT-LF possuía potencial para suprir as necessidades da FAB até a entrada do programa FX e permitiria o desenvolvimento de aviões de combate de quarta geração.
Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2012/10/31/que-tal-um-caca-bom-e-barato-que-ja-vem-com-o-missil-brasileiro-mar-1-integrado/
Nick
Caro Optimus,
Quer dizer, que perdemos a oportunidade de termos dado aquele passo adiante, depois do AMX? Realmente adorei…
Dando uma pesquisada, vi que o MFT-LF seria exatamente que é o KAI T-50/FA-50, com a diferença que teria “nascido” no mínimo 10 anos antes.
Ou seja poderíamos ter a liderança desse segmento de mercado, que hoje é disputado pelo M-346/Yak-130, L-15 e o próprio T-50 sul-coreano. E na sua versão caça leve, com o próprio JF-17, Tejas, e até mesmo o Gripen.
E o próximo passo seria possivelmente um caça mais complexo, talvez até um 5ªG(em parceria provavelmente).
Parabéns Governo Brasileiro, por sua miopia. Parabéns heim.
Nick
Caro Ivan,
Concordo novamente.
Se for possível participar de um consórcio, reduzindo os custos pela escala produzida, muito melhor.
Mas talvez eu tenha esquecido de um detalhe, que considero importante, no caso do caça 100% nacional. Ele seria 100% projetado por aqui. Desenvolvido por aqui, e fabricado por aqui, mas, obviamente, sem querer reinventar a roda. Já que uma empreitada dessas não sairia barato, e a FAB mesmo que padronizando quase que 100% sua aviação de caça + LIFT não daria talvez, mais do que 180 células produzidas(sendo muito otimista, 100/120 mais realista).
Eu imaginaria o Embraer MFT-LF equipado com o EJ-200 ou o GE-404, radar Grifo ou Elbit com antena AESA, contra-medidas/aviônicos by Elbit, e o projeto esse sim, com DNA da Embraer. Ou seja, o esforço econômico seria menor, já que os investimentos se concentrariam no design da célula e desenvolvimento do mesmo. Com o tempo e o processo de fabricação alguns desses componentes poderiam vir a ser fabricados por aqui, desde que pudessem ser replicados para a aviação civil. Por exemplo, como no caso dos trens de pouso, onde uma subsidiária da Embraer já capacitada.
Um caça leve/LIFT só aumentaria essas capacidades, além da expertise que traria através do desenvolvimento do mesmo.
Enfim, caça nacional SIM, mas sem querer “Reinventar a roda”.
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https://sputniknewsbr.com.br/20190428/caca-embraer-supersonico-brasil-13773111.html desinteressante
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Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/
RR
O grande erro para com a industria nacional, no meu entender, foi não se ter feito mais esforço para se desenvolver novos produtos da mesma categoria, tais como o MFT/LF ( que era um conceito muito similar aos treinadores avançados de hoje ). Mercado interno haveria, se considerarmos a substituição dos Xavante ( que, em verdade, não considero que tenha sido efetivamente substituído ) e do próprio A-1.
jota:
MFT-LF, mais um sonho que não “vingou”.
No fim dos anos 80, a Embraer anunciou o que poderia ter se tornado o mais importante projeto militar do país o MFT-LF(Modern Fighter Trainer- Light Fighter) um caça leve e um treinador supersônicos. Sua configuração básica seria a mesma do AMX, asas altas entradas de ar simples, cabine ampla de excelente visibilidade com o nariz rebaixado, 6 pontos de fixação de armas nas asas e um na fuselagem e um motor que poderia ter sido até o mesmo Rolls-Royce Snecma M45H, seu peso vazio máximo seria de 8000kg e o total carregado máximo 15000kg, com suas dimensões ligeiramente maiores que as do AMX seu desempenho deveria ser bem melhor no alcance e sua velocidade máxima estava estimada em 1,7 vezes a velocidade do som. A Embraer esperava que algum país ou empresa estrangeira participace do projeto, no entanto o fim da Guerra Fria, reduziu os gastos militares no mundo todo, sem interessados em parceria no seu desenvolvimento e com os cortes nos gastos militares brasileiros atrasando e reduzindo a produção até mesmo do AMX, esse ambicioso projeto logo foi esquecido.
comentário igual em https://www.aereo.jor.br/2017/06/20/caca-jf-17-do-paquistao-abate-drone-espiao-do-ira/
https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/
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http://nobarrelrolls.blogspot.com/2019/08/mft-lf-el-caza-de-embraer-olvidado.html aqui diz no final que a morte do MFT-LF foi causada pela compra do segundo lote de F-5 (22 E e 4 F) usados dos E.U.A em 1988
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https://publicaciones.defensa.gob.es/media/downloadable/files/links/r/a/raa_615.pdf Publicado em Setembro de 1992
Por último cabe mencionar la oferta de Embraer llamada MFT/LF -modern fighter trainer/light fighter en respuesta a una propuesta del Ministerio del Aire de Brasil em 1987.
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https://www2.fab.mil.br/unifa/images/revista/pdf/ed_05.pdf Publicado em 31 de Julho de 1988
(Ler da página 23 até a 27) Sem sombra de dúvidas, esse é o arquivo mais importante e valioso sobre o MFT-LF.
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Trechos de comentário do post https://www.aereo.jor.br/2013/02/16/brasileira-mectron-negocia-venda-de-radares-para-equipar-cacas-russos/
Baschera
projeto MFT-LF (Modern Fighter Trainer- Light Fighter), um vetor misto de treinador e caça de baixo desempenho, apesar de seu projeto prever usar um motor R&R/Snecma M45H com 3.500 (x 2 motores) Kg/empuxo, mas o suficiente para a velocidade ser supersônica (até 1.600 Km/h).
O mais IRÔNICO é que dizem que os chineses, russos e até mesmo os italianos usaram este projeto como base para os estudos de seus L-15, Yak-130 e M-346 respectivamente.
Saiba, inclusive, que a EMB já projetou um avião cargueiro leve e que também não contou com a cumplicidade dos políticos da época… teria sido um excelente concorrente do CASA C-295…e se chamaria “EMB-500 Amazonas”
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https://www.google.com/search?q=site%3Aaereo.jor.br+mft-lf&sourceid=chrome&ie=UTF-8
https://www.google.com/search?q=site%3Aaereo.jor.br+mft/lf&sourceid=chrome&ie=UTF-8
Arnold Silva
Seria bom se eles dessem na época o palpita de adquirir um modelo aeronave a jato chamada: MFT-LF ou EMB-330 que viria se sucedida pela A-X1. Aí diria que seria genial a ideia e não bestial, mas enfim, nossa cultura se baseia nisso ter o mínimo e não necessário.
Wilson
Seria bom se eles dessem na época o palpita de adquirir um modelo aeronave a jato chamada: MFT-LF ou EMB-330 que viria se sucedida pela A-X1. Aí diria que seria genial a ideia e não bestial, mas enfim, nossa cultura se baseia nisso ter o mínimo e não necessário.
Pesquisa sobre o EMBRAER MFT/LF
Se não quiser aqui tem um link sobre:
https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/
O que o Brasil não tem é vontade política, capacidade tecnológica temos.
RR
Belíssima matéria! Texto excelente.
–
Tantas críticas se faz ao AMX… E tantas infundadas… A aeronave cumpriu com seu papel perante a industria, e ainda cumpre nos dias atuais para com a FAB…
–
O grande erro para com a industria nacional, no meu entender, foi não se ter feito mais esforço para se desenvolver novos produtos da mesma categoria, tais como o MFT/LF ( que era um conceito muito similar aos treinadores avançados de hoje ). Mercado interno haveria, se considerarmos a substituição dos Xavante ( que, em verdade, não considero que tenha sido efetivamente substituído ) e do próprio A-1…
MMerlin
Você quis dizer o MFT-LF, certo? A Embraer ofereceu junto ao projeto o que existia de melhor disponível o no mercado, acrescentando em um projeto similar ao AMX, para tentar trazer uma viabilidade ao projeto.
Se nem no projeto a AMX, que era mais simples, vários recursos relacionados a aviônica e tecnologia foram barrados, ou por questão orçamentária ou por questão embargo, qual a probabildade de possuiremos um caça, que teria requisitos mais rígidos e não sofrer dos mesmos problemas?
Eu prefiro ver o Brasil em um crescimento sustentável, expandido sua participação aos poucos em novos projetos da SAAB ou de outros fornecedores, conseguindo transformar os conhecimentos adquiridos em projetos industriais e comerciais viáveis, que não dependam exclusivamente de meios militares.
Nelson Daher Junior
Indústria nacional de defesa deve ser incentivada pelo governo e andar com suas próprias pernas, ou seja; produzir equipamentos militares que outras nações também tenham interesse, caso contrário não será viável comercialmente e não terá recursos para continuar desenvolvendo novos produtos e enfrentar a concorrência.Parcerias com outros fabricantes, instituições de desenvolvimento/pesquisa de tecnologias privadas e estatais, fornecedores diversos, devem ser prioridade para desenvolver conhecimento próprio, gerando produtos de defesa com alta tecnologia e que poderão ser exportados contribuindo para a aumentar nossa presença em um mercado que se caracteriza por forte e restrita participação de fornecedores na industria de defesa.
Optimus
Caríssimos…
O Brasil já poderia ter um desses desde a década de 80… Sim, Sr.! O Brasil já teve seu projeto de caça leve de 4ª geração…
Procurem no google: Embraer MFT-LF…
E sei o quanto ficarão “felizes” pelo seu país que “investe” fortunas em carnaval e futebol – mas não se predispõe a “gastar” com questões estratégicas como estas…(O Nick eu sei que vai adorar!)
Sds.
Nick
Caro Ivan,
Concordo quase 100% com sua opinião.
Só discordo na afirmação de que um caça 100% nacional seria jogar dindin fora. Na minha opinião nunca seria jogar dinheiro fora, por exemplo se o GF tivesse disposto na época desenvolver o Embraer MFT-LF. Seria o substituto perfeito para o F-5E e AMX, e até mesmo Super Tucanos, já que estes desempenham algumas funções que ficariam melhor com um caça leve/treinador LIFT. E claro, deveríamos compor um ou dois esquadrões com caças pesados, de preferência de 5ª geração para garantir a “dissuassão” à nível continente.
Gilberto Rezende
Quanto ao Embraer MFT-LF, o destino dele foi o mesmo do Osório, Tamoio e outros projetos da época, abandonados pelos “políticos de direita” (correção:de direita = neoliberais) que governavam à época.
Nick
Caro Gilberto,
Acredito que incorre em um erro creditar a interrupção de projetos tão importantes como o Embraer MFT-LF, Osório, Tamoio aos “políticos de direita.”(correção:de direita = neoliberais) Na verdade não importa muito a matiz ideológica do governo, TODOS não tratam o assunto DEFESA como se deveria. FATO.
Nick
Se em 1990 a FAB / GF da época tivesse aprovado o EMB MFT-LF não estaríamos lamentando. Infelizmente foi um passo perdido que não tem volta.
Nick
Pior que o Brasil teve a oportunidade de desenvolver um produto similar nos anos 2000.
Só procurar o MFT-LF. Seria o passo seguinte ao AMX, que nunca foi dado.
Nick
A Embraer poderia ter um produto semelhante ou até melhor do que esse, se tivesse dado continuidade ao estudo MFT-LF.
Raphael Barros
Com certeza o Brasil poderia projetar caças assim como a India e a China fazem com seus vetores baseados em aviões russos ou cópias de aviões Russos fabricados sob licença.
Ou então melhor ainda projetar um caça 100% Brasileiro alias a Embraer chegou a projetar um Caça Leve que se serviria senão me engano para substituir os Tucanos e Xavantes MFT/LF
Ronaldo
Bom Dia, Paulo Costa concordo contigo em partes o que realmente interessa não é somente a beleza do material mas o seu desempenho e a propósito não foi a FAB que não conseguiu desenvolver um protótipo de avião quem não conseguiu desenvolver até hoje é a Embraer que teve um projeto se não em engano que foi o MFT LF,que não saiu do papel,só para esclarecer que a FAB não teve culpa alguma nisso porque quem deveria desenvolver um projeto e construir é a Embraer!
Ivanmc
Acho semelhante a esse projeto o MFT/LF da Embraer um caça leve monoposto (LF Light fighter).
Pensado em ser uma aeronave de baixo custo, mais leve e com uma configuração que lhe permitisse a voar em velocidades entre Mach 1,5 e 1,7, com base em dados fornecidos pela Embraer em 1988. Esta configuração permitiria a produção em massa da aeronave, podendo atender as necessidades da FAB e também de clientes externos que utilizavam o F-5. Com base também no Tornado europeu, o Embraer MFT-LF possuía potencial para suprir as necessidades da FAB até a entrada do programa FX e permitiria o desenvolvimento de aviões de combate de quarta geração. Porém, foi cancelado.
joao filho
“Poderíamos ter feito um avião muito parecido com esse, o Embraer MFT-LF” Sim poderiamos, porque nao? Do projeto AMX com a Italia nos anos 80, poderiamos ter continuado a progressao natural e ter chegado a algo similar. Mas como sao as coisas no Brasil…
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Tudo sobre o SAIA 90 https://www.google.com/search?q=%22FMA+SAIA+90%22&sourceid=chrome&ie=UTF-8
https://www.google.com/search?q=FMA+SAIA+90+%22TKF-90%22&sourceid=chrome&ie=UTF-8
trecho da wikipedia espanhola
Sin embargo, la crisis económica de Argentina forzó al Gobierno de Raúl Alfonsín reducir el presupuesto de defensa cancelando la mayoría de los programas incluyendo al SAIA 90.
https://web.archive.org/web/20170530195935/http://www.gbnnews.com.br/2017/03/saia-90-oportunidade-perdida-dos.html
A FMA planejava construir o primeiro protótipo em 1989 e entregar as primeiras aeronaves operacionais a Força Aérea Argentina em 1991, porém, com a grave crise em que mergulhou a Argentina após a derrota na Guerra das Malvinas, o que resultou no afastamento da Dornier do programa argentino na metade dos anos 80.
A FMA possuía um deficit de 50 milhões de dólares por ano e novamente buscava um parceiro para dar continuidade em seus projetos.
Inicialmente abordaram a McDonnell-Douglas, onde se buscava um acordo para a construção sob licença dos caças A-4M Skyhawk II e de assentos ejetores para os IA-63 Pampa, porém, os americanos não queriam assumir o risco de desenvolver um novo caça, pois na época a McDonnell-Douglas já tinha desenvolvido um caça da mesma categoria que objetivava o programa SAIA 90, sendo este o F/A-18 Hornet.
A Alenia-Aermacchi também foi procurada pela FMA, porém a grave situação econômica na qual mergulhara a Argentina impossibilitou a viabilidade de qualquer acordo , assim infelizmente a FMA teve de cancelar o programa SAIA 90, alocando todos seus recursos no IA-63 Pampa.
https://www.secretprojects.co.uk/threads/argentine-saia-90-fighter-project.1225/
Plazos del proyecto
La FAMA estimaba en unos 12 a 15 años hasta cristalizarlo desde el momento en se aprobaban las especificaciones, que para 1987 habían sido elevadas. En ese lapso, el avión estaría disponible para relevar a la flota de cazas existentes.
El primer vuelo del prototipo estaba previsto para 1989 y las entregas dos años más tarde (1991)
https://web.archive.org/web/20200918205400/https://www.gbnnews.com.br/2019/12/aves-abortadas-os-avioes-de-combate-que.html#.X2UecHbP32c Foi cancelado em 1990, no início do governo Carlos Menem
Tudo sobre o Embraer MFT-LF(https://www.google.com/search?q=%22MFT-LF%22&ved=2ahUKEwiZ6cTh3IeBAxWoI7kGHcWEDnEQ2-cCegQIABAA&oq=%22MFT-LF%22&gs_lcp=CgNpbWcQAzIGCAAQBxAeMgQIABAeUABYAGCkBmgAcAB4AIABbogBbpIBAzAuMZgBAKABAaoBC2d3cy13aXotaW1nwAEB&sclient=img&ei=bfbwZNn-IajH5OUPxYm6iAc&bih=657&biw=1360&udm=2)
https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/
Trecho da matéria Conheça 10 projetos de aviões da Embraer que nunca decolaram da CNN Brasil:
Propósito: Caça-bombardeiro supersônico
Um tipo de avião que a Embraer ainda não fabricou, o projeto MFT-LF (sigla em inglês para Caça Leve Tático Multifuncional) poderia ter resultado no primeiro jato de combate supersônico desenvolvido no Brasil, capaz de voar a mais de 1.600 km/h. O conceito foi apresentado no fim da década de 1980 como uma opção para substituir os caças F-5 Tiger II da FAB.
Por que não virou realidade: Governo brasileiro não se interessou em financiar o projeto e a Embraer não tinha recursos financeiros para desenvolvê-lo de forma independente, pois já estava envolvida no projeto do AMX.
https://fatosmilitares.com/o-substituto-do-at-26-xavante/
Pensado em ser uma aeronave de baixo custo, mais leve e com uma configuração que lhe permitisse a voar em velocidades entre Mach 1,5 e 1,7, com base em dados fornecidos pela Embraer em 1988.
Esta configuração permitiria a produção em massa da aeronave, podendo atender as necessidades da FAB e também de clientes externos que utilizavam o F-5. Com base também no Tornado europeu, o Embraer MFT-LF possuía potencial para suprir as necessidades da FAB até a entrada do programa FX e permitiria o desenvolvimento de aviões de combate de quarta geração.
Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2012/10/31/que-tal-um-caca-bom-e-barato-que-ja-vem-com-o-missil-brasileiro-mar-1-integrado/
Nick
Caro Optimus,
Quer dizer, que perdemos a oportunidade de termos dado aquele passo adiante, depois do AMX? Realmente adorei…
Dando uma pesquisada, vi que o MFT-LF seria exatamente que é o KAI T-50/FA-50, com a diferença que teria “nascido” no mínimo 10 anos antes.
Ou seja poderíamos ter a liderança desse segmento de mercado, que hoje é disputado pelo M-346/Yak-130, L-15 e o próprio T-50 sul-coreano. E na sua versão caça leve, com o próprio JF-17, Tejas, e até mesmo o Gripen.
E o próximo passo seria possivelmente um caça mais complexo, talvez até um 5ªG(em parceria provavelmente).
Parabéns Governo Brasileiro, por sua miopia. Parabéns heim.
Nick
Caro Ivan,
Concordo novamente.
Se for possível participar de um consórcio, reduzindo os custos pela escala produzida, muito melhor.
Mas talvez eu tenha esquecido de um detalhe, que considero importante, no caso do caça 100% nacional. Ele seria 100% projetado por aqui. Desenvolvido por aqui, e fabricado por aqui, mas, obviamente, sem querer reinventar a roda. Já que uma empreitada dessas não sairia barato, e a FAB mesmo que padronizando quase que 100% sua aviação de caça + LIFT não daria talvez, mais do que 180 células produzidas(sendo muito otimista, 100/120 mais realista).
Eu imaginaria o Embraer MFT-LF equipado com o EJ-200 ou o GE-404, radar Grifo ou Elbit com antena AESA, contra-medidas/aviônicos by Elbit, e o projeto esse sim, com DNA da Embraer. Ou seja, o esforço econômico seria menor, já que os investimentos se concentrariam no design da célula e desenvolvimento do mesmo. Com o tempo e o processo de fabricação alguns desses componentes poderiam vir a ser fabricados por aqui, desde que pudessem ser replicados para a aviação civil. Por exemplo, como no caso dos trens de pouso, onde uma subsidiária da Embraer já capacitada.
Um caça leve/LIFT só aumentaria essas capacidades, além da expertise que traria através do desenvolvimento do mesmo.
Enfim, caça nacional SIM, mas sem querer “Reinventar a roda”.
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https://sputniknewsbr.com.br/20190428/caca-embraer-supersonico-brasil-13773111.html desinteressante
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Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/
RR
O grande erro para com a industria nacional, no meu entender, foi não se ter feito mais esforço para se desenvolver novos produtos da mesma categoria, tais como o MFT/LF ( que era um conceito muito similar aos treinadores avançados de hoje ). Mercado interno haveria, se considerarmos a substituição dos Xavante ( que, em verdade, não considero que tenha sido efetivamente substituído ) e do próprio A-1.
jota:
MFT-LF, mais um sonho que não “vingou”.
No fim dos anos 80, a Embraer anunciou o que poderia ter se tornado o mais importante projeto militar do país o MFT-LF(Modern Fighter Trainer- Light Fighter) um caça leve e um treinador supersônicos. Sua configuração básica seria a mesma do AMX, asas altas entradas de ar simples, cabine ampla de excelente visibilidade com o nariz rebaixado, 6 pontos de fixação de armas nas asas e um na fuselagem e um motor que poderia ter sido até o mesmo Rolls-Royce Snecma M45H, seu peso vazio máximo seria de 8000kg e o total carregado máximo 15000kg, com suas dimensões ligeiramente maiores que as do AMX seu desempenho deveria ser bem melhor no alcance e sua velocidade máxima estava estimada em 1,7 vezes a velocidade do som. A Embraer esperava que algum país ou empresa estrangeira participace do projeto, no entanto o fim da Guerra Fria, reduziu os gastos militares no mundo todo, sem interessados em parceria no seu desenvolvimento e com os cortes nos gastos militares brasileiros atrasando e reduzindo a produção até mesmo do AMX, esse ambicioso projeto logo foi esquecido.
comentário igual em https://www.aereo.jor.br/2017/06/20/caca-jf-17-do-paquistao-abate-drone-espiao-do-ira/
https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/
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http://nobarrelrolls.blogspot.com/2019/08/mft-lf-el-caza-de-embraer-olvidado.html aqui diz no final que a morte do MFT-LF foi causada pela compra do segundo lote de F-5 (22 E e 4 F) usados dos E.U.A em 1988
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https://publicaciones.defensa.gob.es/media/downloadable/files/links/r/a/raa_615.pdf Publicado em Setembro de 1992
Por último cabe mencionar la oferta de Embraer llamada MFT/LF -modern fighter trainer/light fighter en respuesta a una propuesta del Ministerio del Aire de Brasil em 1987.
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https://www2.fab.mil.br/unifa/images/revista/pdf/ed_05.pdf Publicado em 31 de Julho de 1988
(Ler da página 23 até a 27) Sem sombra de dúvidas, esse é o arquivo mais importante e valioso sobre o MFT-LF.
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Trechos de comentário do post https://www.aereo.jor.br/2013/02/16/brasileira-mectron-negocia-venda-de-radares-para-equipar-cacas-russos/
Baschera
projeto MFT-LF (Modern Fighter Trainer- Light Fighter), um vetor misto de treinador e caça de baixo desempenho, apesar de seu projeto prever usar um motor R&R/Snecma M45H com 3.500 (x 2 motores) Kg/empuxo, mas o suficiente para a velocidade ser supersônica (até 1.600 Km/h).
O mais IRÔNICO é que dizem que os chineses, russos e até mesmo os italianos usaram este projeto como base para os estudos de seus L-15, Yak-130 e M-346 respectivamente.
Saiba, inclusive, que a EMB já projetou um avião cargueiro leve e que também não contou com a cumplicidade dos políticos da época… teria sido um excelente concorrente do CASA C-295…e se chamaria “EMB-500 Amazonas”
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https://www.google.com/search?q=site%3Aaereo.jor.br+mft-lf&sourceid=chrome&ie=UTF-8
https://www.google.com/search?q=site%3Aaereo.jor.br+mft/lf&sourceid=chrome&ie=UTF-8
Arnold Silva
Seria bom se eles dessem na época o palpita de adquirir um modelo aeronave a jato chamada: MFT-LF ou EMB-330 que viria se sucedida pela A-X1. Aí diria que seria genial a ideia e não bestial, mas enfim, nossa cultura se baseia nisso ter o mínimo e não necessário.
Wilson
Seria bom se eles dessem na época o palpita de adquirir um modelo aeronave a jato chamada: MFT-LF ou EMB-330 que viria se sucedida pela A-X1. Aí diria que seria genial a ideia e não bestial, mas enfim, nossa cultura se baseia nisso ter o mínimo e não necessário.
Pesquisa sobre o EMBRAER MFT/LF
Se não quiser aqui tem um link sobre:
https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/
O que o Brasil não tem é vontade política, capacidade tecnológica temos.
RR
Belíssima matéria! Texto excelente.
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Tantas críticas se faz ao AMX… E tantas infundadas… A aeronave cumpriu com seu papel perante a industria, e ainda cumpre nos dias atuais para com a FAB…
–
O grande erro para com a industria nacional, no meu entender, foi não se ter feito mais esforço para se desenvolver novos produtos da mesma categoria, tais como o MFT/LF ( que era um conceito muito similar aos treinadores avançados de hoje ). Mercado interno haveria, se considerarmos a substituição dos Xavante ( que, em verdade, não considero que tenha sido efetivamente substituído ) e do próprio A-1…
MMerlin
Você quis dizer o MFT-LF, certo? A Embraer ofereceu junto ao projeto o que existia de melhor disponível o no mercado, acrescentando em um projeto similar ao AMX, para tentar trazer uma viabilidade ao projeto.
Se nem no projeto a AMX, que era mais simples, vários recursos relacionados a aviônica e tecnologia foram barrados, ou por questão orçamentária ou por questão embargo, qual a probabildade de possuiremos um caça, que teria requisitos mais rígidos e não sofrer dos mesmos problemas?
Eu prefiro ver o Brasil em um crescimento sustentável, expandido sua participação aos poucos em novos projetos da SAAB ou de outros fornecedores, conseguindo transformar os conhecimentos adquiridos em projetos industriais e comerciais viáveis, que não dependam exclusivamente de meios militares.
Nelson Daher Junior
Indústria nacional de defesa deve ser incentivada pelo governo e andar com suas próprias pernas, ou seja; produzir equipamentos militares que outras nações também tenham interesse, caso contrário não será viável comercialmente e não terá recursos para continuar desenvolvendo novos produtos e enfrentar a concorrência.Parcerias com outros fabricantes, instituições de desenvolvimento/pesquisa de tecnologias privadas e estatais, fornecedores diversos, devem ser prioridade para desenvolver conhecimento próprio, gerando produtos de defesa com alta tecnologia e que poderão ser exportados contribuindo para a aumentar nossa presença em um mercado que se caracteriza por forte e restrita participação de fornecedores na industria de defesa.
Optimus
Caríssimos…
O Brasil já poderia ter um desses desde a década de 80… Sim, Sr.! O Brasil já teve seu projeto de caça leve de 4ª geração…
Procurem no google: Embraer MFT-LF…
E sei o quanto ficarão “felizes” pelo seu país que “investe” fortunas em carnaval e futebol – mas não se predispõe a “gastar” com questões estratégicas como estas…(O Nick eu sei que vai adorar!)
Sds.
Nick
Caro Ivan,
Concordo quase 100% com sua opinião.
Só discordo na afirmação de que um caça 100% nacional seria jogar dindin fora. Na minha opinião nunca seria jogar dinheiro fora, por exemplo se o GF tivesse disposto na época desenvolver o Embraer MFT-LF. Seria o substituto perfeito para o F-5E e AMX, e até mesmo Super Tucanos, já que estes desempenham algumas funções que ficariam melhor com um caça leve/treinador LIFT. E claro, deveríamos compor um ou dois esquadrões com caças pesados, de preferência de 5ª geração para garantir a “dissuassão” à nível continente.
Gilberto Rezende
Quanto ao Embraer MFT-LF, o destino dele foi o mesmo do Osório, Tamoio e outros projetos da época, abandonados pelos “políticos de direita” (correção:de direita = neoliberais) que governavam à época.
Nick
Caro Gilberto,
Acredito que incorre em um erro creditar a interrupção de projetos tão importantes como o Embraer MFT-LF, Osório, Tamoio aos “políticos de direita.”(correção:de direita = neoliberais) Na verdade não importa muito a matiz ideológica do governo, TODOS não tratam o assunto DEFESA como se deveria. FATO.
Nick
Se em 1990 a FAB / GF da época tivesse aprovado o EMB MFT-LF não estaríamos lamentando. Infelizmente foi um passo perdido que não tem volta.
Nick
Pior que o Brasil teve a oportunidade de desenvolver um produto similar nos anos 2000.
Só procurar o MFT-LF. Seria o passo seguinte ao AMX, que nunca foi dado.
Nick
A Embraer poderia ter um produto semelhante ou até melhor do que esse, se tivesse dado continuidade ao estudo MFT-LF.
Raphael Barros
Com certeza o Brasil poderia projetar caças assim como a India e a China fazem com seus vetores baseados em aviões russos ou cópias de aviões Russos fabricados sob licença.
Ou então melhor ainda projetar um caça 100% Brasileiro alias a Embraer chegou a projetar um Caça Leve que se serviria senão me engano para substituir os Tucanos e Xavantes MFT/LF
Ronaldo
Bom Dia, Paulo Costa concordo contigo em partes o que realmente interessa não é somente a beleza do material mas o seu desempenho e a propósito não foi a FAB que não conseguiu desenvolver um protótipo de avião quem não conseguiu desenvolver até hoje é a Embraer que teve um projeto se não em engano que foi o MFT LF,que não saiu do papel,só para esclarecer que a FAB não teve culpa alguma nisso porque quem deveria desenvolver um projeto e construir é a Embraer!
Ivanmc
Acho semelhante a esse projeto o MFT/LF da Embraer um caça leve monoposto (LF Light fighter).
Pensado em ser uma aeronave de baixo custo, mais leve e com uma configuração que lhe permitisse a voar em velocidades entre Mach 1,5 e 1,7, com base em dados fornecidos pela Embraer em 1988. Esta configuração permitiria a produção em massa da aeronave, podendo atender as necessidades da FAB e também de clientes externos que utilizavam o F-5. Com base também no Tornado europeu, o Embraer MFT-LF possuía potencial para suprir as necessidades da FAB até a entrada do programa FX e permitiria o desenvolvimento de aviões de combate de quarta geração. Porém, foi cancelado.
joao filho
“Poderíamos ter feito um avião muito parecido com esse, o Embraer MFT-LF” Sim poderiamos, porque nao? Do projeto AMX com a Italia nos anos 80, poderiamos ter continuado a progressao natural e ter chegado a algo similar. Mas como sao as coisas no Brasil…
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Tudo sobre o SAIA 90 https://www.google.com/search?q=%22FMA+SAIA+90%22&sourceid=chrome&ie=UTF-8
https://www.google.com/search?q=FMA+SAIA+90+%22TKF-90%22&sourceid=chrome&ie=UTF-8
trecho da wikipedia espanhola
Sin embargo, la crisis económica de Argentina forzó al Gobierno de Raúl Alfonsín reducir el presupuesto de defensa cancelando la mayoría de los programas incluyendo al SAIA 90.
https://web.archive.org/web/20170530195935/http://www.gbnnews.com.br/2017/03/saia-90-oportunidade-perdida-dos.html
A FMA planejava construir o primeiro protótipo em 1989 e entregar as primeiras aeronaves operacionais a Força Aérea Argentina em 1991, porém, com a grave crise em que mergulhou a Argentina após a derrota na Guerra das Malvinas, o que resultou no afastamento da Dornier do programa argentino na metade dos anos 80.
A FMA possuía um deficit de 50 milhões de dólares por ano e novamente buscava um parceiro para dar continuidade em seus projetos.
Inicialmente abordaram a McDonnell-Douglas, onde se buscava um acordo para a construção sob licença dos caças A-4M Skyhawk II e de assentos ejetores para os IA-63 Pampa, porém, os americanos não queriam assumir o risco de desenvolver um novo caça, pois na época a McDonnell-Douglas já tinha desenvolvido um caça da mesma categoria que objetivava o programa SAIA 90, sendo este o F/A-18 Hornet.
A Alenia-Aermacchi também foi procurada pela FMA, porém a grave situação econômica na qual mergulhara a Argentina impossibilitou a viabilidade de qualquer acordo , assim infelizmente a FMA teve de cancelar o programa SAIA 90, alocando todos seus recursos no IA-63 Pampa.
https://www.secretprojects.co.uk/threads/argentine-saia-90-fighter-project.1225/
Plazos del proyecto
La FAMA estimaba en unos 12 a 15 años hasta cristalizarlo desde el momento en se aprobaban las especificaciones, que para 1987 habían sido elevadas. En ese lapso, el avión estaría disponible para relevar a la flota de cazas existentes.
El primer vuelo del prototipo estaba previsto para 1989 y las entregas dos años más tarde (1991)
https://web.archive.org/web/20200918205400/https://www.gbnnews.com.br/2019/12/aves-abortadas-os-avioes-de-combate-que.html#.X2UecHbP32c Foi cancelado em 1990, no início do governo Carlos Menem
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