All about Embraer MFT-LF and FMA SAIA 90

Aflp

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30 August 2024
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At least everything i could find on internet so far
Tudo sobre o Embraer MFT-LF(https://www.google.com/search?q=%22MFT-LF%22&ved=2ahUKEwiZ6cTh3IeBAxWoI7kGHcWEDnEQ2-cCegQIABAA&oq=%22MFT-LF%22&gs_lcp=CgNpbWcQAzIGCAAQBxAeMgQIABAeUABYAGCkBmgAcAB4AIABbogBbpIBAzAuMZgBAKABAaoBC2d3cy13aXotaW1nwAEB&sclient=img&ei=bfbwZNn-IajH5OUPxYm6iAc&bih=657&biw=1360&udm=2)

https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/



Trecho da matéria Conheça 10 projetos de aviões da Embraer que nunca decolaram da CNN Brasil:



Propósito: Caça-bombardeiro supersônico



Um tipo de avião que a Embraer ainda não fabricou, o projeto MFT-LF (sigla em inglês para Caça Leve Tático Multifuncional) poderia ter resultado no primeiro jato de combate supersônico desenvolvido no Brasil, capaz de voar a mais de 1.600 km/h. O conceito foi apresentado no fim da década de 1980 como uma opção para substituir os caças F-5 Tiger II da FAB.

Por que não virou realidade: Governo brasileiro não se interessou em financiar o projeto e a Embraer não tinha recursos financeiros para desenvolvê-lo de forma independente, pois já estava envolvida no projeto do AMX.



https://fatosmilitares.com/o-substituto-do-at-26-xavante/

Pensado em ser uma aeronave de baixo custo, mais leve e com uma configuração que lhe permitisse a voar em velocidades entre Mach 1,5 e 1,7, com base em dados fornecidos pela Embraer em 1988.

Esta configuração permitiria a produção em massa da aeronave, podendo atender as necessidades da FAB e também de clientes externos que utilizavam o F-5. Com base também no Tornado europeu, o Embraer MFT-LF possuía potencial para suprir as necessidades da FAB até a entrada do programa FX e permitiria o desenvolvimento de aviões de combate de quarta geração.






Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2012/10/31/que-tal-um-caca-bom-e-barato-que-ja-vem-com-o-missil-brasileiro-mar-1-integrado/



Nick

Caro Optimus,



Quer dizer, que perdemos a oportunidade de termos dado aquele passo adiante, depois do AMX? Realmente adorei…



Dando uma pesquisada, vi que o MFT-LF seria exatamente que é o KAI T-50/FA-50, com a diferença que teria “nascido” no mínimo 10 anos antes.
Ou seja poderíamos ter a liderança desse segmento de mercado, que hoje é disputado pelo M-346/Yak-130, L-15 e o próprio T-50 sul-coreano. E na sua versão caça leve, com o próprio JF-17, Tejas, e até mesmo o Gripen.

E o próximo passo seria possivelmente um caça mais complexo, talvez até um 5ªG(em parceria provavelmente).



Parabéns Governo Brasileiro, por sua miopia. Parabéns heim.



Nick

Caro Ivan,



Concordo novamente.

Se for possível participar de um consórcio, reduzindo os custos pela escala produzida, muito melhor.



Mas talvez eu tenha esquecido de um detalhe, que considero importante, no caso do caça 100% nacional. Ele seria 100% projetado por aqui. Desenvolvido por aqui, e fabricado por aqui, mas, obviamente, sem querer reinventar a roda. Já que uma empreitada dessas não sairia barato, e a FAB mesmo que padronizando quase que 100% sua aviação de caça + LIFT não daria talvez, mais do que 180 células produzidas(sendo muito otimista, 100/120 mais realista).



Eu imaginaria o Embraer MFT-LF equipado com o EJ-200 ou o GE-404, radar Grifo ou Elbit com antena AESA, contra-medidas/aviônicos by Elbit, e o projeto esse sim, com DNA da Embraer. Ou seja, o esforço econômico seria menor, já que os investimentos se concentrariam no design da célula e desenvolvimento do mesmo. Com o tempo e o processo de fabricação alguns desses componentes poderiam vir a ser fabricados por aqui, desde que pudessem ser replicados para a aviação civil. Por exemplo, como no caso dos trens de pouso, onde uma subsidiária da Embraer já capacitada.

Um caça leve/LIFT só aumentaria essas capacidades, além da expertise que traria através do desenvolvimento do mesmo.

Enfim, caça nacional SIM, mas sem querer “Reinventar a roda”.

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https://sputniknewsbr.com.br/20190428/caca-embraer-supersonico-brasil-13773111.html desinteressante

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Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/



RR

O grande erro para com a industria nacional, no meu entender, foi não se ter feito mais esforço para se desenvolver novos produtos da mesma categoria, tais como o MFT/LF ( que era um conceito muito similar aos treinadores avançados de hoje ). Mercado interno haveria, se considerarmos a substituição dos Xavante ( que, em verdade, não considero que tenha sido efetivamente substituído ) e do próprio A-1.



jota:

MFT-LF, mais um sonho que não “vingou”.



No fim dos anos 80, a Embraer anunciou o que poderia ter se tornado o mais importante projeto militar do país o MFT-LF(Modern Fighter Trainer- Light Fighter) um caça leve e um treinador supersônicos. Sua configuração básica seria a mesma do AMX, asas altas entradas de ar simples, cabine ampla de excelente visibilidade com o nariz rebaixado, 6 pontos de fixação de armas nas asas e um na fuselagem e um motor que poderia ter sido até o mesmo Rolls-Royce Snecma M45H, seu peso vazio máximo seria de 8000kg e o total carregado máximo 15000kg, com suas dimensões ligeiramente maiores que as do AMX seu desempenho deveria ser bem melhor no alcance e sua velocidade máxima estava estimada em 1,7 vezes a velocidade do som. A Embraer esperava que algum país ou empresa estrangeira participace do projeto, no entanto o fim da Guerra Fria, reduziu os gastos militares no mundo todo, sem interessados em parceria no seu desenvolvimento e com os cortes nos gastos militares brasileiros atrasando e reduzindo a produção até mesmo do AMX, esse ambicioso projeto logo foi esquecido.



comentário igual em https://www.aereo.jor.br/2017/06/20/caca-jf-17-do-paquistao-abate-drone-espiao-do-ira/

https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/

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http://nobarrelrolls.blogspot.com/2019/08/mft-lf-el-caza-de-embraer-olvidado.html aqui diz no final que a morte do MFT-LF foi causada pela compra do segundo lote de F-5 (22 E e 4 F) usados dos E.U.A em 1988

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https://publicaciones.defensa.gob.es/media/downloadable/files/links/r/a/raa_615.pdf Publicado em Setembro de 1992

Por último cabe mencionar la oferta de Embraer llamada MFT/LF -modern fighter trainer/light fighter en respuesta a una propuesta del Ministerio del Aire de Brasil em 1987.

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https://www2.fab.mil.br/unifa/images/revista/pdf/ed_05.pdf Publicado em 31 de Julho de 1988
(Ler da página 23 até a 27) Sem sombra de dúvidas, esse é o arquivo mais importante e valioso sobre o MFT-LF.


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Trechos de comentário do post https://www.aereo.jor.br/2013/02/16/brasileira-mectron-negocia-venda-de-radares-para-equipar-cacas-russos/


Baschera

projeto MFT-LF (Modern Fighter Trainer- Light Fighter), um vetor misto de treinador e caça de baixo desempenho, apesar de seu projeto prever usar um motor R&R/Snecma M45H com 3.500 (x 2 motores) Kg/empuxo, mas o suficiente para a velocidade ser supersônica (até 1.600 Km/h).



O mais IRÔNICO é que dizem que os chineses, russos e até mesmo os italianos usaram este projeto como base para os estudos de seus L-15, Yak-130 e M-346 respectivamente.



Saiba, inclusive, que a EMB já projetou um avião cargueiro leve e que também não contou com a cumplicidade dos políticos da época… teria sido um excelente concorrente do CASA C-295…e se chamaria “EMB-500 Amazonas”

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https://www.google.com/search?q=site%3Aaereo.jor.br+mft-lf&sourceid=chrome&ie=UTF-8

https://www.google.com/search?q=site%3Aaereo.jor.br+mft/lf&sourceid=chrome&ie=UTF-8



Arnold Silva

Seria bom se eles dessem na época o palpita de adquirir um modelo aeronave a jato chamada: MFT-LF ou EMB-330 que viria se sucedida pela A-X1. Aí diria que seria genial a ideia e não bestial, mas enfim, nossa cultura se baseia nisso ter o mínimo e não necessário.



Wilson

Seria bom se eles dessem na época o palpita de adquirir um modelo aeronave a jato chamada: MFT-LF ou EMB-330 que viria se sucedida pela A-X1. Aí diria que seria genial a ideia e não bestial, mas enfim, nossa cultura se baseia nisso ter o mínimo e não necessário.



Pesquisa sobre o EMBRAER MFT/LF

Se não quiser aqui tem um link sobre:

https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/


O que o Brasil não tem é vontade política, capacidade tecnológica temos.

RR

Belíssima matéria! Texto excelente.

–

Tantas críticas se faz ao AMX… E tantas infundadas… A aeronave cumpriu com seu papel perante a industria, e ainda cumpre nos dias atuais para com a FAB…

–

O grande erro para com a industria nacional, no meu entender, foi não se ter feito mais esforço para se desenvolver novos produtos da mesma categoria, tais como o MFT/LF ( que era um conceito muito similar aos treinadores avançados de hoje ). Mercado interno haveria, se considerarmos a substituição dos Xavante ( que, em verdade, não considero que tenha sido efetivamente substituído ) e do próprio A-1…



MMerlin

Você quis dizer o MFT-LF, certo? A Embraer ofereceu junto ao projeto o que existia de melhor disponível o no mercado, acrescentando em um projeto similar ao AMX, para tentar trazer uma viabilidade ao projeto.
Se nem no projeto a AMX, que era mais simples, vários recursos relacionados a aviônica e tecnologia foram barrados, ou por questão orçamentária ou por questão embargo, qual a probabildade de possuiremos um caça, que teria requisitos mais rígidos e não sofrer dos mesmos problemas?

Eu prefiro ver o Brasil em um crescimento sustentável, expandido sua participação aos poucos em novos projetos da SAAB ou de outros fornecedores, conseguindo transformar os conhecimentos adquiridos em projetos industriais e comerciais viáveis, que não dependam exclusivamente de meios militares.



Nelson Daher Junior

Indústria nacional de defesa deve ser incentivada pelo governo e andar com suas próprias pernas, ou seja; produzir equipamentos militares que outras nações também tenham interesse, caso contrário não será viável comercialmente e não terá recursos para continuar desenvolvendo novos produtos e enfrentar a concorrência.Parcerias com outros fabricantes, instituições de desenvolvimento/pesquisa de tecnologias privadas e estatais, fornecedores diversos, devem ser prioridade para desenvolver conhecimento próprio, gerando produtos de defesa com alta tecnologia e que poderão ser exportados contribuindo para a aumentar nossa presença em um mercado que se caracteriza por forte e restrita participação de fornecedores na industria de defesa.



Optimus

Caríssimos…



O Brasil já poderia ter um desses desde a década de 80… Sim, Sr.! O Brasil já teve seu projeto de caça leve de 4ª geração…



Procurem no google: Embraer MFT-LF…
E sei o quanto ficarão “felizes” pelo seu país que “investe” fortunas em carnaval e futebol – mas não se predispõe a “gastar” com questões estratégicas como estas…(O Nick eu sei que vai adorar!)



Sds.



Nick

Caro Ivan,



Concordo quase 100% com sua opinião.



Só discordo na afirmação de que um caça 100% nacional seria jogar dindin fora. Na minha opinião nunca seria jogar dinheiro fora, por exemplo se o GF tivesse disposto na época desenvolver o Embraer MFT-LF. Seria o substituto perfeito para o F-5E e AMX, e até mesmo Super Tucanos, já que estes desempenham algumas funções que ficariam melhor com um caça leve/treinador LIFT. E claro, deveríamos compor um ou dois esquadrões com caças pesados, de preferência de 5ª geração para garantir a “dissuassão” à nível continente.



Gilberto Rezende

Quanto ao Embraer MFT-LF, o destino dele foi o mesmo do Osório, Tamoio e outros projetos da época, abandonados pelos “políticos de direita” (correção:de direita = neoliberais) que governavam à época.

Nick

Caro Gilberto,



Acredito que incorre em um erro creditar a interrupção de projetos tão importantes como o Embraer MFT-LF, Osório, Tamoio aos “políticos de direita.”(correção:de direita = neoliberais) Na verdade não importa muito a matiz ideológica do governo, TODOS não tratam o assunto DEFESA como se deveria. FATO.



Nick

Se em 1990 a FAB / GF da época tivesse aprovado o EMB MFT-LF não estaríamos lamentando. Infelizmente foi um passo perdido que não tem volta.




Nick

Pior que o Brasil teve a oportunidade de desenvolver um produto similar nos anos 2000.

Só procurar o MFT-LF. Seria o passo seguinte ao AMX, que nunca foi dado.



Nick

A Embraer poderia ter um produto semelhante ou até melhor do que esse, se tivesse dado continuidade ao estudo MFT-LF.



Raphael Barros

Com certeza o Brasil poderia projetar caças assim como a India e a China fazem com seus vetores baseados em aviões russos ou cópias de aviões Russos fabricados sob licença.



Ou então melhor ainda projetar um caça 100% Brasileiro alias a Embraer chegou a projetar um Caça Leve que se serviria senão me engano para substituir os Tucanos e Xavantes MFT/LF



Ronaldo

Bom Dia, Paulo Costa concordo contigo em partes o que realmente interessa não é somente a beleza do material mas o seu desempenho e a propósito não foi a FAB que não conseguiu desenvolver um protótipo de avião quem não conseguiu desenvolver até hoje é a Embraer que teve um projeto se não em engano que foi o MFT LF,que não saiu do papel,só para esclarecer que a FAB não teve culpa alguma nisso porque quem deveria desenvolver um projeto e construir é a Embraer!



Ivanmc

Acho semelhante a esse projeto o MFT/LF da Embraer um caça leve monoposto (LF Light fighter).

Pensado em ser uma aeronave de baixo custo, mais leve e com uma configuração que lhe permitisse a voar em velocidades entre Mach 1,5 e 1,7, com base em dados fornecidos pela Embraer em 1988. Esta configuração permitiria a produção em massa da aeronave, podendo atender as necessidades da FAB e também de clientes externos que utilizavam o F-5. Com base também no Tornado europeu, o Embraer MFT-LF possuía potencial para suprir as necessidades da FAB até a entrada do programa FX e permitiria o desenvolvimento de aviões de combate de quarta geração. Porém, foi cancelado.



joao filho

“Poderíamos ter feito um avião muito parecido com esse, o Embraer MFT-LF” Sim poderiamos, porque nao? Do projeto AMX com a Italia nos anos 80, poderiamos ter continuado a progressao natural e ter chegado a algo similar. Mas como sao as coisas no Brasil…

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Tudo sobre o SAIA 90 https://www.google.com/search?q=%22FMA+SAIA+90%22&sourceid=chrome&ie=UTF-8

https://www.google.com/search?q=FMA+SAIA+90+%22TKF-90%22&sourceid=chrome&ie=UTF-8


trecho da wikipedia espanhola

Sin embargo, la crisis económica de Argentina forzó al Gobierno de Raúl Alfonsín reducir el presupuesto de defensa cancelando la mayoría de los programas incluyendo al SAIA 90.



https://web.archive.org/web/20170530195935/http://www.gbnnews.com.br/2017/03/saia-90-oportunidade-perdida-dos.html

A FMA planejava construir o primeiro protótipo em 1989 e entregar as primeiras aeronaves operacionais a Força Aérea Argentina em 1991, porém, com a grave crise em que mergulhou a Argentina após a derrota na Guerra das Malvinas, o que resultou no afastamento da Dornier do programa argentino na metade dos anos 80.



A FMA possuía um deficit de 50 milhões de dólares por ano e novamente buscava um parceiro para dar continuidade em seus projetos.

Inicialmente abordaram a McDonnell-Douglas, onde se buscava um acordo para a construção sob licença dos caças A-4M Skyhawk II e de assentos ejetores para os IA-63 Pampa, porém, os americanos não queriam assumir o risco de desenvolver um novo caça, pois na época a McDonnell-Douglas já tinha desenvolvido um caça da mesma categoria que objetivava o programa SAIA 90, sendo este o F/A-18 Hornet.



A Alenia-Aermacchi também foi procurada pela FMA, porém a grave situação econômica na qual mergulhara a Argentina impossibilitou a viabilidade de qualquer acordo , assim infelizmente a FMA teve de cancelar o programa SAIA 90, alocando todos seus recursos no IA-63 Pampa.



https://www.secretprojects.co.uk/threads/argentine-saia-90-fighter-project.1225/

Plazos del proyecto

La FAMA estimaba en unos 12 a 15 años hasta cristalizarlo desde el momento en se aprobaban las especificaciones, que para 1987 habían sido elevadas. En ese lapso, el avión estaría disponible para relevar a la flota de cazas existentes.

El primer vuelo del prototipo estaba previsto para 1989 y las entregas dos años más tarde (1991)



https://web.archive.org/web/20200918205400/https://www.gbnnews.com.br/2019/12/aves-abortadas-os-avioes-de-combate-que.html#.X2UecHbP32c Foi cancelado em 1990, no início do governo Carlos Menem
 
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[Tweaked machine translation]
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https://www.airway.com.br/mft-lf-o-caca-a-jato-da-embraer-que-nao-tivemos/
Excerpt from the article "Discover 10 Embraer aircraft projects that never took off" by CNN Brasil:

Proposal: Supersonic fighter-bomber

A type of aircraft that Embraer has yet to manufacture, the MFT-LF (Multi-Role Tactical Light Fighter) project could have resulted in the first supersonic jet fighter developed in Brazil - capable of flying at over 1,600 km/h. The concept was presented in the late 1980s as an option to replace FAB F-5 Tiger II fighters.

Why MFT-LF didn't become a reality: The Brazilian government wouldn't fund the project, and Embraer - already involved in the AMX project - lacked the financial resources to develop it independently.

https://fatosmilitares.com/o-substituto-do-at-26-xavante/
MFT-LF was envisioned as a lighter, lower cost, aircraft whose configuration would allow it to fly at speeds between Mach 1.5 and 1.7, based on data provided by Embraer in 1988.

That configuration would facilitate mass production of the aircraft, meeting the needs of the FAB and, potentially, those of export customers also using the F-5. Based on the experience with the European Tornado, the Embraer MFT-LF had the potential to meet the FAB's needs until the FX program began and, thus, would enable the development of fourth-generation fighter aircraft.

BSA Fiction:

F-5 operators (Botswana, Chile, Honduras, Mexico, Kenya, and Venezuela) or countries in Latin America and Sub-Saharan Africa that have never had a supersonic aircraft.

Note: Sub-Saharan Africa = Angola, Guinea-Bissau, Equatorial Guinea, Mozambique, and perhaps South Africa, as a member of BRICS+.

Excerpts from comments on the post https://www.aereo.jor.br/2012/10/31...-vem-com-o-missil-brasileiro-mar-1-integrado/

Nick

Dear Optimus,

So, we missed an opportunity to take that step forward after the AMX? I really love it…

Doing some research, I saw that the MFT-LF would be exactly what the KAI T-50/FA-50 is today, with the difference that it would have been "born" at least 10 years earlier. In other words, we could have the leadership in this market segment, which is currently contested by the M-346/Yak-130, L-15, and the South Korean T-50 itself. And in its light fighter version, with the JF-17, Tejas, and even the Gripen.

And the next step would have possibly been a more complex fighter, perhaps even a 5thG (probably in partnership).

Congratulations, Brazilian Government, for your shortsightedness. Congratulations, huh.

Nick

Dear Ivan,

I agree again.

If its possible to participate in a consortium, reducing costs through production scale, so much the better.

But perhaps I forgot a detail, which I consider important, in the case of a 100% domestic fighter. It would be designed here, developed here, and manufactured here, but, obviously, without reinventing the wheel. Such an undertaking wouldn't be cheap. And the Brazilian Air Force, even with near 100% standardisation of its fighter aircraft and LIFT, could perhaps produce only 180 airframes (very optimistically, 100 to 120 would be more realistic).

I would imagine the Embraer MFT-LF with EJ200 or GE F404 equipped with Grifo or Elbit radar with AESA antenna, Elbit countermeasures/avionics, and the project itself, with Embraer DNA. In other words, the economic effort would be lower, as investments would be focused on the airframe design and development. Over time [...] some of these components could be manufactured here, provided they could be replicated for civil aviation. For example, as in the case of landing gear, where an Embraer subsidiary already has the necessary capabilities.

A light/LIFT aircraft would only increase these capabilities, in addition to the expertise it would bring through its development.

In short, a national fighter, YES, but without wanting to "reinvent the wheel."

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https://sputniknewsbr.com.br/20190428/caca-embraer-supersonico-brasil-13773111.html uninteresting

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Excerpts from comments on the post https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/

RR

The biggest mistake working against the national industry, in my opinion, was not making more of an effort to develop new products in the same category as the MFT/LF (which was a concept very similar to today's advanced trainers). Market [?]
 
Ah yes no problem, i'm fluent on english, gonna translate it properly, it's just that most of the info is in portuguese or spanish.
The big trouble are the comments cuz they're using lots of slangs and informal portuguese.

Also forget this BSA (Burning South Atlantic, it's an alternare story project i'm doing where Brazil and Argentina do not have neoliberal governments in the 90's and there's time travelers presence manipulating latin american geopolitics with light sci-fi elements) thing. That part was from the old version with nuclear tests in 2011.
https://www.deviantart.com/aflp/status-update/Sumario-de-posts-de-BSA-1067276734
Unfortunately it's all in portuguese so use a lot of google translate if any problem found DM me.

The new version is centered around Brazil and Argentina reactivating their defunct solid fueled ballistic missiles programs from the 1980s.

That's why i did this post https://www.secretprojects.co.uk/threads/brazil-and-argentina-ballistic-missiles-projects.46666/ beyond the information purpose, this will be used by me as reference for BSA.
 
Last edited:
Translation

Trechos de comentários do post https://www.aereo.jor.br/2012/10/31/que-tal-um-caca-bom-e-barato-que-ja-vem-com-o-missil-brasileiro-mar-1-integrado/



Nick
Dear Optimus,


So wanna say that, we lost the opportunity of doing that step beyond, after AMX, i really loved...


Doing some search here, MFT-LF would be exactly what KAI FA-50 is, with the difference that it would have been “born” at least 10 years earlier.
In other words, we could have leadership in this market segment, which is currently being contested by the M-346/Yak-130, L-15, and South Korea's own T-50. And in its light fighter version, with the JF-17, Tejas, and even the Gripen.

And the next step would possibly be a more complex fighter, perhaps even a 5thG (probably in partnership).


Congratulations, Brazilian Government, for your lack of long term vision and strategic thinking.
Congratulations, huh?




Nick
Dear Ivan,

I agree again.

If it's possible to participate in a consortium, reducing costs through scale production, that's even better.

But perhaps I've forgotten a detail I consider important in the case of a 100% domestic fighter. It would be 100% designed here, developed here, and manufactured here, but obviously without reinventing the wheel. Such an undertaking wouldn't be cheap, and the Brazilian Air Force, even if it standardized its fighter aircraft almost 100%, plus LIFT, would probably only produce 180 airframes (being very optimistic, 100/120 is more realistic).

I would imagine the Embraer MFT-LF equipped with the EJ-200 or GE-404, Grifo or Elbit radar with AESA antenna, countermeasures/avionics by Elbit, and the project, indeed, would have Embraer's DNA. In other words, the economic effort would be lower, as investments would be focused on the airframe design and development. Over time and with the development of the manufacturing process, some of these components could be manufactured locally, provided they could be replicated for civil aviation. For example, as in the case of landing gear, where an Embraer subsidiary already has the necessary capabilities.

A light fighter/LIFT would only increase these capabilities, in addition to the expertise that would be brought through its development.

In short, a national fighter, YES, but without wanting to "reinvent the wheel."


RR
The biggest mistake for the national industry, in my opinion, was not making more of an effort to develop new products in the same category, such as the MFT/LF (which was very similar in concept to today's advanced trainers). There would have been a domestic market, if we consider the replacement of the Xavante (which, in truth, I don't consider to have been effectively replaced) and the A-1 itself.

jota:
MFT-LF, another dream that didn't "come to fruition."

In the late 1980s, Embraer announced what could have become the country's most important military project: the MFT-LF (Modern Fighter Trainer-Light Fighter), a light fighter and a supersonic trainer. Its basic configuration would be the same as the AMX: high wings with single air intakes, a wide cabin with excellent visibility and a low-slung nose, six weapons mounts on the wings and one on the fuselage, and an engine that could even have been the same Rolls-Royce Snecma M45H. Its maximum empty weight would be 8,000 kg and the maximum loaded weight 15,000 kg. With its dimensions slightly larger than the AMX, its performance should have been much better in range, and its maximum speed was estimated at 1.7 times the speed of sound. Embraer hoped that some foreign country or company would participate in the project. However, the end of the Cold War reduced military spending worldwide, with no interested parties in partnering with its development, and with cuts in Brazilian military spending delaying and reducing production even of the AMX, this ambitious project was soon forgotten.
 
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